segunda-feira, 2 de maio de 2011

Fantasmas da Gestão dos Riscos e Perdas

Boa tarde!!

Caros colegas, estive lendo este artigo no Previnir Perdas. Que aconselho visitar,  é um dos site que aborda assuntos muitos relevantes na questão da segurança, este artigo aborda um assunto muito vivido na função fiscal de loja, ou como diz fiscalização, quem é da função irá gostar muito de ler pois retrata a realidade de muitos profissionais boa leitura.    
Diariamente lutamos contra vários fantasmas que aparecem e interferem na gestão da prevenção dos riscos e das perdas, sentimo-nos de mãos amarradas, pois os tais não têm corpo definido no qual possamos mirar nossas forças para um nocaute, aparecem e desaparecem no nosso mundo real sem um calendário previsto.
De vez em quando assombra-nos um chamado “Turnover”, ele chega rápido embutido na atratividade de setores da economia que crescem assustadoramente como TI ou vendas de Eletroeletrônicos, quando ele se vai, leva nossos agentes, os melhores!
Porém este assombro só aparece após a passagem do “Vale Quanto Pesa”, se o anterior é um vendedor, este é um estrategista! “Vale Quanto Pesa” começa por questionar nossos agentes do porque eles ganharem menos que os conferentes de mercadorias, pouco a mais que a frente de caixa ou um terço do chefe da seção, se são eles quem fiscalizam tudo e tem a árdua missão de fazer cumprir as normas e procedimentos da Empresa.
Nossos agentes de fiscalização, de prevenção, de segurança ou nossos caçadores de riscos e perdas são os nossos “olhos” desde a chegada do caminhão nas docas até a saída do cliente, e nossa missão como gestor de prevenção de riscos, de perdas, de auditoria ou de segurança é impedir que estes fantasmas entrem em nossas unidades e caso entrem saiam decepcionados.
Os Caça Fantasmas resolveriam o problema se a economia congelasse a partir de agora, mas como isto não vai acontecer, haja vista a guerra de preços com os países do oriente e a participação crescente da classe CD entre outros aspectos, nos resta ser melhores que os Fantasmas, Vai encarar?

O “Turnover” confunde as pessoas prometendo-lhes preço ao invés de valor.
Se você continuamente preocupa-se com a formação profissional, moral e ética de sua equipe; reconhece cada atitude comportando-se como farol ou bússola nos momentos de neblina este cara não lhe assombra, porque fantasma não tem definição de valor, não sabe, por exemplo, quanto vale uma folga em um aniversário do único filho, sabe quanto custa um analgésico, mas não tem mãos pra arrancar na raiz a preocupação de um pai de família que recebe pouco mais de um salário mínimo mensal.
Geralmente o “Turnover” tem êxito quando o gestor não conhece nem o nome de seu colaborador, quando frases como “obedece quem manda...” faz parte do feedback ou do coaching, portanto, ele pode entrar inúmeras vezes na folha de pagamento, mas nunca deverá chegar ao RH e você gestor é a divisória.
Já o “Vale Quanto Pesa” exige um pouco de conhecimento de matemática para afastá-lo, mas se você faltou nestas aulas pode aprender com a velha e boa balança de dois pratos.
O Ideal é que você tenha um sistema de registro da atuação dos fiscais contemplando as abordagens que resultaram em recuperação de mercadorias e seu modus operandi; coloque isto em um prato da balança, adicione ainda acidentes que aconteceram na loja ao lado que não contava com um colaborador como o seu, acrescente ainda metas para redução de produtos de alto risco, desafie fornecedores críticos á lhe entregar produtos com qualidade e volume correto nas docas.
É claro que um bom caderno com as anotações resolve, porque o segredo não está no sistema ou no caderno, está em mostrar ao seu time que eles têm muito valor e aos fantasmas que o seu time não tem preço.
Conheço um Líder que há dois mil anos atrás escolheu doze homens que estavam longe de serem os melhores da época, mas a proximidade dos seus colaboradores com ele fez com que desprezassem fantasmas como o Império Romano e a morte, e tornaram a maior Equipe já existente na face da terra e Ele disse aos seus agentes você poderiam fazer coisas melhores do que Ele.

site previnir perdas


sábado, 30 de abril de 2011

Segurança.

Boa tarde!!!

    O mundo hoje sofre mudanças constantes na área de segurança, por esse motivo haja vista uma necessidade de atualização do profissional de segurança, quando eu falo profissional de segurança engloba as forças militares, e as forças auxiliares que de acordo com a a Lei 7.102/83 a Segurança Privada é a força de contigente maior no campo da segurança, vem a pergunta  o preparo deste homem está acompanhando o ritmo da inovação tecnológica, os crimes em geral.
   O esforço do Departaento Policia Federal, é muito grande para levar qualidade a segurança privada, em nosso Estado e País, com fiscalização e detecção de irregularidades no setor, e já é visto os resultados pois o profissional de segurança privada hoje já tem receio de tentar burlar o sistema com certificação falsa pois sabem que esta prática que antes dava certo, hoje o rigor na fiscalização de documentação é maior. E é crime grave falsificação de documentos.
   Assunto muito bom, mais para ser comentado maus deixa para uma outra oacassião que com certeza teremos oportunidade.
   Hoje com a vanço da criminalidade o vigilante além de ser uma pessoa criativa, deve está sitonizado com o mundo da segurança, buscando os modus operandis dos infratores,para conhece-los melhor, suas áreas de atuação seus modus operandis, e suas preferências, diante deste conhecimento o profissional de segurança, busca realizar um analise de setor e descobrir se seu setor segurando está na linha dos criminosos.
   Devo confersar que nas minhas conversas com colegas de profissão, ainda ouço conversas de que posto bom é aquele que não tem fluxo de clientes, e nem pertubação. principalmente o vigilante noturno enquanto este profissional não sabe que sua vida é mais vulneravél e necessita de sua atenção redobrada.
    finalizo este comentário e numa próxima ocassião irei falar sobre a vida do profissional no ambiente de trabalho e suas pespectivas na profissão.

Segurança.